Velhos Tempos
Velhos tempos
Velhos tempos vividos
Que não foram esquecidos
E nem posso esquecer
Velhos tempos
Ah, eu nem quero lembrar
Pois eu sinto vontade
De velhos amores rever
Velhos tempos das lindas donzelas
Que as suas janelas abriam ao luar
Velhos tempos dos trovadores
Que loucos de amores, viviam a cantar
Velhos tempos dos meus devaneios
Paixões e receios, surpresas sem fim
Velhos tempos, ó, quanto eu daria
Ao vê-los um dia voltarem pra mim
Velhos tempos das lindas donzelas
Que as suas janelas abriam ao luar
Velhos tempos dos trovadores
Que loucos de amores, viviam a cantar
Velhos tempos dos meus devaneios
Paixões e receios, surpresas sem fim
Velhos tempos, ó, quanto eu daria
Em vê-los um dia voltarem pra mim
Viejos Tiempos
Viejos tiempos
Viejos tiempos vividos
Que no han sido olvidados
Y ni puedo olvidar
Viejos tiempos
Ah, ni quiero recordar
Porque siento ganas
De viejos amores volver a ver
Viejos tiempos de las lindas doncellas
Que abrían sus ventanas a la luna
Viejos tiempos de los trovadores
Que locos de amores, vivían cantando
Viejos tiempos de mis ensueños
Pasiones y temores, sorpresas sin fin
Viejos tiempos, oh, cuánto daría
Por verlos un día volver a mí
Viejos tiempos de las lindas doncellas
Que abrían sus ventanas a la luna
Viejos tiempos de los trovadores
Que locos de amores, vivían cantando
Viejos tiempos de mis ensueños
Pasiones y temores, sorpresas sin fin
Viejos tiempos, oh, cuánto daría
Por verlos un día volver a mí
Escrita por: Jair Silveira, Franca