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Vacío

Simetria Zero

Vazio

Imperdoável eu me tornei
Quando me neguei
Ao acreditar que não era capaz
Por medo de errar

Quando o Sol se põe, eu deito minha cabeça
No travesseiro e as memórias voltam
Como um tiro bem na face, que esvai minha felicidade

Um passo atrás do outro, contam minhas histórias
O alcance da minha culpa, não ficará de fora

Mas as frustrações vão além das páginas marcadas
Através do espelho, vejo que sou uma farsa

Queria viajar no tempo
Só pra saber se aprendi
Se me tornei o iluminado ou se me perdi

A chuva de rosas vem pra limpar, mas me sinto pecador
As tintas na minha pele são para eternizar a minha dor

Sem amor, sem vida, sem nada, apenas o vazio

Imperdoável eu me tornei
Quando me neguei
Ao acreditar que não era capaz
Por medo de errar

Subjugando minha carne, diminuindo meu saber
A ignorância sucumbiu o meu ser

A escuridão que me aflige, a impotência me extingue
Cada dia mais fraco, sem razão pra viver

Mas sempre consciente
Eu olho o meu passado
E cubro minhas mãos com pensamentos
De que nada foi em vão
Tão machucado e com marcas eu fiquei
Não sei mais o que fazer
O futuro irá dizer

Vacío

Imperdonable me volví
Cuando me negué
A creer que no era capaz
Por miedo a fallar

Cuando el Sol se oculta, apoyo mi cabeza
En la almohada y los recuerdos regresan
Como un disparo en la cara, que desvanece mi felicidad

Un paso detrás del otro, cuentan mis historias
El alcance de mi culpa, no quedará fuera

Pero las frustraciones van más allá de las páginas marcadas
A través del espejo, veo que soy una farsa

Quería viajar en el tiempo
Solo para saber si aprendí
Si me convertí en el iluminado o si me perdí

La lluvia de rosas viene a limpiar, pero me siento pecador
Las tintas en mi piel son para eternizar mi dolor

Sin amor, sin vida, sin nada, solo el vacío

Imperdonable me volví
Cuando me negué
A creer que no era capaz
Por miedo a fallar

Sometiendo mi carne, disminuyendo mi saber
La ignorancia ha vencido mi ser

La oscuridad que me aflige, la impotencia me extingue
Cada día más débil, sin razón para vivir

Pero siempre consciente
Miro mi pasado
Y cubro mis manos con pensamientos
De que nada fue en vano
Tan herido y marcado me quedé
Ya no sé qué hacer
El futuro dirá

Escrita por: Daniel Gaia / Swami Machado / Wesley Santos