Via
Sempre os mesmos erros, mesmas tempestades
Que atrasam a vida e as consomem pouco a pouco
Quando chegaremos ao fim
De carregar a culpa em nossas costas?
Sequelas deixadas para trás, crise de existência
Em meio à perda de memória
Obstáculos, exigências
Nem todas as lágrimas
São capazes de curar a dor de um coração
Máquinas na direção do sono eterno
A razão desaparece
Quando você chega ao mundo proibido
A razão desaparece
Quando você chega ao mundo proibido
Resistente, eu sempre caminhei
Persistente, cumpri as minhas leis
Na minha mente, eu me tornei
Tudo o que sempre fingi não ser e condenei
Toda a dor me faz mudar
Todo sofrimento que passou
Todas as respostas que procurou
Não te levam a lugar nenhum
Não te levam a lugar nenhum
Me diga, no que você acredita?
Se vale prejudicar sua vida?
Agora você vai pagar por toda ignorância
Camino
Siempre los mismos errores, las mismas tormentas
Que retrasan la vida y la consumen poco a poco
¿Cuándo llegaremos al final
De cargar la culpa en nuestras espaldas?
Secuelas dejadas atrás, crisis de existencia
En medio de la pérdida de memoria
Obstáculos, exigencias
No todas las lágrimas
Son capaces de sanar el dolor de un corazón
Máquinas en dirección al sueño eterno
La razón desaparece
Cuando llegas al mundo prohibido
La razón desaparece
Cuando llegas al mundo prohibido
Resistente, siempre caminé
Persistente, cumplí mis leyes
En mi mente, me convertí
En todo lo que siempre fingí no ser y condené
Todo el dolor me hace cambiar
Todo sufrimiento que pasó
Todas las respuestas que buscaste
No te llevan a ningún lado
No te llevan a ningún lado
Dime, ¿en qué crees?
¿Vale la pena perjudicar tu vida?
Ahora pagarás por toda la ignorancia
Escrita por: Daniel Gaia / Swami Machado