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Pañuelos de papel vacíos

Sinestetrama

Maus Lençói

Promessas vazias cuspidas
Você não é o começo
mas se fez
seu próprio fim

Catando estilhaços e cortando as mãos
você tenta se recompor e acaba por se destruir cada vez mais

Deixe-me ver seu espelho,
deixe-me ver o que ele reflete
Pois se fosse a imagem real
sua conduta não faria qualquer sentido
Mas pra que procurar sentido?
Logo aqui?
Sentido?
Você destrói seu "eu",
eu procuro o meu "seu"
Você planta,
você colhe

Como achar que flores tão belas não teriam espinhos?

Pañuelos de papel vacíos

Promesas vacías escupidas
No eres el principio
pero te hiciste
tu propio final

Recogiendo fragmentos y cortándote las manos
intentas reconstruirte y terminas destruyéndote cada vez más

Déjame ver tu espejo,
déjame ver qué refleja
Porque si fuera la imagen real
tu comportamiento no tendría sentido alguno
Pero ¿para qué buscar sentido?
¿Justo aquí?
¿Sentido?
Tú destruyes tu 'yo',
yo busco mi 'tú'
Tú siembras,
tú cosechas

¿Cómo pensar que flores tan hermosas no tendrían espinas?

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