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Para Desvanecer la Nostalgia

Sionara e Valmir

Pra Desbotar A Saudade

Faço da noite criança
Da estrela esperança
E abajour do luar
Cubro de plumas
Meu peito
Que é como um leito pra te repousar
Busco flores no infinito
Que é bem mais bonito
Lá dentro de mim
Seu coração me acompanha
Em forma de manha
Pra eu te cantar

Quando te toco arrepio
Num beijo deliro parece que vou flutuar
Logo seus braços me apertam
Sua voz me desperta pra eu te amar

Água nascente das serras
Que lavam as pedras
Imóveis no chão
Corre entre matos e campos
Riachos e rios, regados e ribeirão

Lava esse peito meu
Pra desbotar a saudade
Apaga seu nome na areia
Sem deixar sinal
Apaga seu nome na areia
Sem deixar sinal

Para Desvanecer la Nostalgia

Hago de la noche niña
De la estrella esperanza
Y la lámpara del luar
Cubro de plumas
Mi pecho
Que es como un lecho para que descanses
Busco flores en el infinito
Que es mucho más bonito
Allá dentro de mí
Tu corazón me acompaña
En forma de mañanita
Para cantarte

Cuando te toco me erizo
En un beso deliro parece que voy a flotar
Pronto tus brazos me aprietan
Tu voz me despierta para amarte

Agua naciente de las sierras
Que lavan las piedras
Inmóviles en el suelo
Corre entre matorrales y campos
Arroyos y ríos, regados y riachuelo

Lava este pecho mío
Para desvanecer la nostalgia
Borra tu nombre en la arena
Sin dejar rastro
Borra tu nombre en la arena
Sin dejar señal

Escrita por: Fátima Leão