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Lengua Atascada

Sistema Alternativo

Lingua Presa

Sapo Cururu
Sapo cururu
Na beira do rio
Vai tomá no cu
Vai pra puta que pariu
Pra puta que pariu
Língua presa
Se pisar na minha área
Vai sair com o pé ferido
Vocês, boys, não sabem nada
Onde mora o perigo
Rolam altas paradas
Em Araraquara, em Caraguatatuba
Eu como as empregadas
Porque nessa galera me chamam de língua presa
Mas ninguém tem coragem de falar na minha cara
Vivo prisioneiro, aumentando a minha paranóia
Minha privacidade é uma porcaria
Rolam altas paradas
Em Piracicaba, em Pindamonhangaba
Eu vou comer sua raba
Porque nessa galera me chamam de língua presa
Mas ninguém tem coragem de falar na minha cara
Uh! Tererê! Ri da minha cara
Ri da minha cara
Ri da minha cara
Se pisar na minha área
Você tá fudido
Porque os cara que comanda lá é tudo meus amigo
Vai tomar porrada e já tá na hora
De você dar o fora, vão comer sua toba
Porque nessa galera me chamam de língua presa
Mas ninguém tem coragem de falar na minha cara

Lengua Atascada

Sapo Cururu
Sapo cururu
En la orilla del río
Que te jodan
Vete a la mierda
Vete a la mierda
Lengua atascada
Si pisas en mi área
Vas a salir con el pie herido
Ustedes, chicos, no saben nada
Donde vive el peligro
Se arman grandes líos
En Araraquara, en Caraguatatuba
Me como a las empleadas
Porque en este grupo me llaman lengua atascada
Pero nadie tiene el coraje de decirlo en mi cara
Vivo prisionero, aumentando mi paranoia
Mi privacidad es una porquería
Se arman grandes líos
En Piracicaba, en Pindamonhangaba
Voy a comer tu trasero
Porque en este grupo me llaman lengua atascada
Pero nadie tiene el coraje de decirlo en mi cara
¡Uh! ¡Tereré! Se ríen en mi cara
Se ríen en mi cara
Se ríen en mi cara
Si pisas en mi área
Estás jodido
Porque los que mandan allá son todos mis amigos
Vas a recibir golpes y ya es hora
De que te largues, van a comer tu trasero
Porque en este grupo me llaman lengua atascada
Pero nadie tiene el coraje de decirlo en mi cara

Escrita por: Allan Filipe / Luiz Brasilia