O Nada Alcança o Improvável
Posso ate ser um nada
Mas sei que nada
É capaz de me deter
Sigo sempre na louca estrada
Sabendo bem tudo que pode acontecer
E vou muito além
Dos limites, fronteiras no entardecer
Eu saio pela rua
Andando sem destino
Numa dessas procuras
Que só um clandestino
Conhece como ninguém
E vou encontrando novo rumo
E assim a cada esquina
Um outro sumo sacerdote
Orientando o caminho
Desses que tem a sina
Em traçar o próprio norte
Não obedeço qualquer ordem...
Apenas aquelas que convém
Suportando toda tempestade
Nunca comprometendo o melhor resultado:
Estar longe de paredes e grades...livre do estado
Na mais improvável liberdade
Nada Alcanza lo Improbable
Puedo ser un completo desconocido
Pero sé que nada
Puede detenerme
Siempre sigo en el loco camino
Sabedor de todo lo que puede suceder
Y voy mucho más allá
De los límites, fronteras al atardecer
Salgo a la calle
Caminando sin rumbo
En una de esas búsquedas
Que solo un clandestino
Conoce como nadie
Y voy encontrando un nuevo rumbo
Y así en cada esquina
Otro sabio sumo sacerdote
Guiando el camino
De aquellos destinados
A trazar su propio rumbo
No obedezco cualquier orden...
Solo aquellas que convienen
Soportando toda tormenta
Nunca comprometiendo el mejor resultado:
Estar lejos de paredes y rejas...libre del estado
En la más improbable libertad
Escrita por: William Contraponto