Meu Eu Indigente
As vezes eu fico sozinho
Sem saber o que fazer,
Não encontro nada
Que possa me satizfazer
Eu ando pelas ruas
Sem rumo e direção
Jogo fora a bússola
Do meu coração
Entre carros e pessoas
Que só sabem dizer não
Eu finjo que nada importa,
Sou mais um na multidão
Aí eu começo a perceber
Que estou indo para lugar nenhum
Eu procuro um começo de um circulo
Eu vivo um dejávu
Não, não me sinto mais triste
Pois já cheguei ao meu limite
Sou apenas mais um ser humano
Que finge que vive
Não me importa mais se é chuva ou sol
Não mais me aqueço no frio
Apenas quero saber à onde ia
Antes de você entrar desse jeito na minha vida
Mi Yo Indigente
A veces me quedo solo
Sin saber qué hacer,
No encuentro nada
Que pueda satisfacerme
Caminando por las calles
Sin rumbo ni dirección
Tirando la brújula
De mi corazón
Entre autos y personas
Que solo saben decir no
Fingiendo que nada importa,
Soy uno más en la multitud
Ahí es cuando empiezo a darme cuenta
Que voy hacia ninguna parte
Busco un comienzo de un círculo
Vivo un déjà vu
No, ya no me siento triste
Pues he llegado a mi límite
Solo soy otro ser humano
Que finge que vive
Ya no me importa si llueve o hace sol
Ya no me caliento en el frío
Solo quiero saber a dónde iba
Antes de que entraras así en mi vida