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Quédate, quédate

Skank

Fica

Se você vai trabalhar
E me deixar, que pena!
Eu corro risco tão sozinho
Nessa ogiva azul imensa

Suas pernas andam no centro
Sobem as escadas, curvam-se em torno
Das volutas que moram dentro
Do meu pensamento morno

Então, diz e diz que fica
Longe ou perto, toda pra mim
Então, diz, desmistifica
A história de que a vida é ruim

Pode parecer mentira
Pode parecer que não
Eu te tenho bem na mira
Mas você me tem na mão

Vadio, sim
Na tarde vã, suspensa
Sei que você nem pensa
Em não sumir assim

Você diz pra eu não ligar
Mas não sei como ficarei imune
Imagino você nesse mar
De carros, coisas e cardumes

Então, diz e diz que fica
Longe ou perto, toda pra mim
Então, diz, desmistifica
A história de que a vida é ruim

Pode parecer mentira
Pode parecer que não
Eu te tenho bem na mira
Mas você me tem na mão

Se você vai trabalhar
E me deixar, que pena!
Eu corro risco tão sozinho
Nessa ogiva azul imensa

Suas pernas andam no centro
Sobem as escadas, curvam-se em torno
Das volutas que moram dentro
Do meu pensamento morno

Então, diz e diz que fica
Longe ou perto, toda pra mim
Então, diz, desmistifica
A história de que a vida é ruim

Pode parecer mentira
Pode parecer que não
Eu te tenho bem na mira
Mas você me tem na mão

Quédate, quédate

Si vas a trabajar
¡Y déjame, qué pena!
Me arriesgo tan solo
En esta enorme ojiva azul

Tus piernas caminan en el centro
Subiendo las escaleras, agacharse
De las volutas que viven
De mi cálido pensamiento

Así que dices y dices que te quedas
Lejos o cerca, todo para mí
Por lo tanto, digamos, desmitificar
La historia de que la vida es mala

Podría sonar como una mentira
Puede parecer que no
Te tengo justo en mi mira
Pero me tienes en tu mano

Taddle, sí
Por la tarde vano, suspendido
Sé que ni siquiera piensas
No desaparecer así

Dime que no llame
Pero no sé cómo seré inmune
Te imagino en este mar
De coches y cosas y bancos de arena

Así que dices y dices que te quedas
Lejos o cerca, todo para mí
Por lo tanto, digamos, desmitificar
La historia de que la vida es mala

Podría sonar como una mentira
Puede parecer que no
Te tengo justo en mi mira
Pero me tienes en tu mano

Si vas a trabajar
¡Y déjame, qué pena!
Me arriesgo tan solo
En esta enorme ojiva azul

Tus piernas caminan en el centro
Subiendo las escaleras, agacharse
De las volutas que viven
De mi cálido pensamiento

Así que dices y dices que te quedas
Lejos o cerca, todo para mí
Por lo tanto, digamos, desmitificar
La historia de que la vida es mala

Podría sonar como una mentira
Puede parecer que no
Te tengo justo en mi mira
Pero me tienes en tu mano

Escrita por: Chico Amaral / Samuel Rosa