Insensibilidad
Es Navidad
Voy a comprar a mi niño algo especial
Un animal
Un cachorrito para que pueda jugar
Le separaron de su madre ná' más nacer
Directo a esa puta urna de cristal
Usar y tirar
Calienta el verano, lo tengo que abandonar
Uoh-oh, oh-oh
Nadie le dijo que la carretera
Sería su fiel y fría compañera
Nadie le dijo que, en la carretera
Moriría destripado en la cuneta
Miles de animales son las víctimas mortales
De unas mentes anormales que no tienen sensibilidad
Sensibilidad
Morir bajo las ruedas de un camión
Servir de carne de cañón
Peleas en clandestinidad
Tétricas sesiones de dolor
Bastarda experimentación
Con total impunidad
Tras el cristal
Por la autopista le ves vagabundear
Sin descansar
Sigue buscando, sin rumbo, su viejo hogar
Un alarido en la noche me estremeció
Bajo las ruedas de aquel maldito camión
Y no es el final
Mañana comienza esta historia en otro lugar
Oh-uoh, oh-uoh
Nadie le dijo que la carretera
Sería su fiel y fría compañera
Nadie le dijo que, en la carretera
Moriría destripado en la cuneta
Nadie le dijo que la carretera
Sería su fiel y fría compañera
Nadie le dijo que, en la carretera
Moriría destripado en la cuneta
Miles de animales son las víctimas mortales
De unas mentes anormales que no tienen sensibilidad
Sensibilidad
¿Cómo eres capaz de abandonar
A un amigo tan leal, sabiendo cuál es su final?
Maldigo a la persona que es capaz de maltratar a un animal
Cuánta irresponsabilidad
¿Cómo eres capaz de abandonar
A un amigo tan leal, sabiendo cuál es su final?
Maldigo a la persona que es capaz de maltratar a un animal
Cuánta irresponsabilidad
Morir bajo las ruedas de un camión
Servir de carne de cañón
Peleas en clandestinidad
Tétricas sesiones de dolor
Bastarda experimentación
Con total impunidad
Oh, oh-oh-oh, oh-oh, oh-oh-oh
Oh, oh-oh-oh, oh-oh, oh-oh-oh
Insensibilidade
É Natal
Vou comprar algo especial para o meu filho
Um animal
Um filhotinho para que ele possa brincar
O separaram de sua mãe assim que nasceu
Direto para essa porra de urna de vidro
Usar e descartar
O verão está começando, eu tenho que abandoná-lo
Uô-ô, ô-ô
Ninguém disse e ele que a estrada
Seria sua fiel e fria companheira
Ninguém disse e ele que, na estrada
Ele morreria estripado na sarjeta
Milhares de animais são as vítimas mortais
De umas mentes anormais que não têm sensibilidade
Sensibilidade
Morrer sob as rodas de um caminhão
Servir de bucha de canhão
Lutas na clandestinidade
Tétricas sessões de dor
Bastarda experimentação
Com total impunidade
Atrás do vidro
Você o vê perambular pela rodovia
Sem descansar
Continua buscando, sem rumo, seu antigo lar
Um uivo na noite me estremeceu
Sob as rodas daquele maldito caminhão
E não é o final
Amanhã começa essa história em outro lugar
Ô-uô, ô-uô
Ninguém disse e ele que a estrada
Seria sua fiel e fria companheira
Ninguém disse e ele que, na estrada
Ele morreria estripado na sarjeta
Ninguém disse e ele que a estrada
Seria sua fiel e fria companheira
Ninguém disse e ele que, na estrada
Ele morreria estripado na sarjeta
Milhares de animais são as vítimas mortais
De umas mentes anormais que não têm sensibilidade
Sensibilidade
Como você é capaz de abandonar
Um amigo tão leal, sabendo qual será o seu final?
Abomino a pessoa que é capaz de maltratar um animal
Quanta irresponsabilidade
Como você é capaz de abandonar
Um amigo tão leal, sabendo qual será o seu final?
Abomino a pessoa que é capaz de maltratar um animal
Quanta irresponsabilidade
Morrer sob as rodas de um caminhão
Servir de bucha de canhão
Lutas na clandestinidade
Tétricas sessões de dor
Bastarda experimentação
Com total impunidade
Ô, ô-ô-ô, ô-ô, ô-ô-ô
Ô, ô-ô-ô, ô-ô, ô-ô-ô
Escrita por: Roberto Gañán Ojea, Luis Miguel Garcia Planello, Tony López, Alberto Javier Amado, Ricardo Delgado, Julio César Sánchez Suáez, José Miguel Redin Redin