Devaneios
Inconsequente
Eu fui ao te deixar
Não esperava ser assim
Sem me esperar
Tentei buscar, tentei saber
Quem queria ser
Um belo estrago, inevitável
Pude prever
Tudo se foi, e o que restou
Não é mais compatível com o estado do meu ser
Agora sim, posso sentir
Como é respirar sem ter alguém pra me impedir
Diversas vezes eu me perco achar
Tudo aquilo que eu deixei pra lá
Não é mais como um tempo atrás
Pois tudo ficou pesado demais pra nós dois
Tudo se foi, e o que restou
Não é mais compatível com o estado do meu ser
Agora sim, posso sentir
Como é respirar sem ter alguém pra me impedir
Tudo se foi, e o que restou
Não é mais compatível com o estado do meu ser
Agora sim, posso sentir
Como é respirar sem ter alguém
Nós nos perdemos sem saber aonde ir
Os devaneios de uma vida qualquer que não se sabe emergir
Nós nos perdemos sem saber aonde ir
Os devaneios de uma vida qualquer que não se sabe emergir
Devaneos
Inconsecuente
Fui a dejarte
No esperaba que fuera así
Sin esperarme
Intenté buscar, intenté saber
Quién quería ser
Un bello desastre, inevitable
Pude prever
Todo se fue, y lo que quedó
Ya no es compatible con mi estado de ser
Ahora sí, puedo sentir
Cómo es respirar sin tener a alguien que me detenga
Muchas veces me pierdo al intentar
Encontrar todo aquello que dejé atrás
Ya no es como antes
Porque todo se volvió demasiado pesado para los dos
Todo se fue, y lo que quedó
Ya no es compatible con mi estado de ser
Ahora sí, puedo sentir
Cómo es respirar sin tener a alguien que me detenga
Todo se fue, y lo que quedó
Ya no es compatible con mi estado de ser
Ahora sí, puedo sentir
Cómo es respirar sin tener a alguien
Nos perdemos sin saber a dónde ir
Los devaneos de una vida cualquiera que no logra emerger
Nos perdemos sin saber a dónde ir
Los devaneos de una vida cualquiera que no logra emerger
Escrita por: José Inácio Caramez