Agamamou
E a galera lá do Morro do Salgueiro e Vidigal, tá querendo balançar
E a torcida do Corinthians e Flamengo, tá querendo balançar
E o povo do Nordeste no chanchado quer o quê? Tá querendo balançar
A Bahia do batuque, da mandinga e coisa e tal, tá querendo balançar
Brasileiro vive na raça, o pagode é o canto da massa
Tá plantando até bananeira, e José, e João, e Ferreira
Mas ninguém me reconhece como grande cidadão
É cidadão, é cidadão, é cidadão
Ninguém me reconhece como grande cidadão
É cidadão, é cidadão, é cida...
Ninguém me reconhece como grande cidadão
É cidadão, é cidadão, é cidadão
Mas ninguém me reconhece como grande cidadão
É cidadão, é cidadão, é cidadããããããão... Ah, Ah, Eh, Kedjendjen
Requebra de cá, requebra de lá, tá querendo balançar
Um olho daqui e outro acolá, tá querendo balançar
Na palma da mão pro povo esquentar, tá querendo balançar
E blá, blá, blá, e blá, blá, blá, tá querendo balançar
Agamamou, love, love, love, jou, jou
Agamamou
La gente del Morro do Salgueiro y Vidigal quiere menear
Y la hinchada de Corinthians y Flamengo quiere menear
¿Qué quieren los del Nordeste en el chanchado? Quieren menear
La Bahía del batuque, de la mandinga y demás, quiere menear
El brasileño vive con garra, el pagode es el canto de la masa
Están plantando hasta bananeras, y José, y João, y Ferreira
Pero nadie me reconoce como un gran ciudadano
Es ciudadano, es ciudadano, es ciudadano
Nadie me reconoce como un gran ciudadano
Es ciudadano, es ciudadano, es cida...
Nadie me reconoce como un gran ciudadano
Es ciudadano, es ciudadano, es ciudadano
Pero nadie me reconoce como un gran ciudadano
Es ciudadano, es ciudadano, es cidaaaadano... Ah, Ah, Eh, Kedjendjen
Requebra de acá, requebra de allá, quieren menear
Un ojo por aquí y otro por allá, quieren menear
En la palma de la mano para que la gente se caliente, quieren menear
Y bla, bla, bla, y bla, bla, bla, quieren menear
Agamamou, amor, amor, amor, jou, jou
Escrita por: Leandro Lehart