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Plural Inexistente

Sob Controle

Plural Inexistente

Plural Inexistente


Se era pra jogar, Por que não me falou ?
Fiquei amando em vão
Entrei pra conquistar, por que não me avisou?
Agora estou sem chão

Perigo em alto mar, o barco se quebrou
É onda em contra mão
Decido não voar e vejo o que sobrou
Tudo é contradição

E se eu falar que não menti
Ou se disser: não é assim,
Que vai fazer depois?
E se eu tentar te impedir
Ou implorar que fique aqui,
Que vai fazer depois?

Só era pra me amar, mas causou dor em mim...
Querer ou opção?
Só era pra me amar, mas é tão rude assim...
É pedra ou coração?

Prazer tão singular que em plural deu fim
Um só tinha razão...
Se agora é pra jogar, com pés no chão em fim,
Aí vem a lição...

E se falar que eu menti
Ou se disser não é assim,
É tarde pra nós dois!
E se tentar me impedir
Ou implorar que eu fique aqui
É tarde pra nós dois!
Nunca existiu nós dois!

Plural Inexistente

Plural Inexistente

Si era para jugar, ¿por qué no me lo dijiste?
Quedé amando en vano
Entré para conquistar, ¿por qué no me lo advertiste?
Ahora estoy sin rumbo

Peligro en alta mar, el barco se rompió
Es una ola en contra mano
Decido no volar y veo lo que quedó
Todo es contradicción

Y si digo que no mentí
O si digo: no es así,
¿Qué harás después?
Y si intento detenerte
O suplicar que te quedes aquí,
¿Qué harás después?

Solo era para amarme, pero causó dolor en mí...
¿Querer o elección?
Solo era para amarme, pero es tan rudo así...
¿Es piedra o corazón?

Placer tan singular que en plural terminó
Uno tenía razón...
Si ahora es para jugar, con los pies en el suelo al fin,
Ahí viene la lección...

Y si digo que mentí
O si digo que no es así,
¡Es tarde para nosotros dos!
Y si intentas detenerme
O suplicas que me quede aquí
¡Es tarde para nosotros dos!
¡Nunca existió nosotros dos!

Escrita por: Marciel Gomes