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Dios, nada y todo

Sobreviventes do I.D.R

Deus, nada e tudo

Sou nada e tudo
Sei tudo do nada
Mas nada não é tudo
E entendo algo do mundo.

Tudo não é nada
Tudo é inconstante.
Desequilíbrio intinerante.
Não há verdade absoluta.

O mundo é parte do todo
Onde se teme o obscuro.
E se clama por um deus.

Deuses feitos de gesso
Crucificam a mente do homem
Não transmitem o calor
Nem mata a fome do homem flagelo
Proliferando a miséria
E criando indústrias da fé;
O homem trai o criador
E vende a sua própria fé.

Amém para todos os homens
Que proclamam a verdade
E que viram no ser
A virtude de não ser selvagem.

Amém para todos os homens
Que com a força de Antônio
Ergueram a fé e puseram medo
Em homens covardes.

Fogo para todos os homens
Que apagam a utopia
Na crença de um ser
Que não castiga a humanidade

Fogo para todos os homens
Que cultivam a insanidade,
Que ganham em cima da fragilidade
Realidade
Miséria
Do homem.

Sou nada e tudo
Sou um mudo
Falando pra alguns surdos.

Dios, nada y todo

Soy nada y todo
Sé todo sobre la nada
Pero nada no es todo
Y entiendo algo del mundo.

Todo no es nada
Todo es inconstante.
Desequilibrio itinerante.
No hay verdad absoluta.

El mundo es parte del todo
Donde se teme lo oscuro.
Y se clama por un dios.

Dioses hechos de yeso
Crucifican la mente del hombre
No transmiten calor
Ni sacian el hambre del hombre flagelo
Proliferando la miseria
Y creando industrias de la fe;
El hombre traiciona al creador
Y vende su propia fe.

Amén para todos los hombres
Que proclaman la verdad
Y ven en el ser
La virtud de no ser salvaje.

Amén para todos los hombres
Que con la fuerza de Antonio
Levantaron la fe y pusieron miedo
En hombres cobardes.

Fuego para todos los hombres
Que apagan la utopía
En la creencia de un ser
Que no castiga a la humanidad.

Fuego para todos los hombres
Que cultivan la insanidad,
Que ganan a expensas de la fragilidad
Realidad
Miseria
Del hombre.

Soy nada y todo
Soy un mudo
Hablando para algunos sordos.

Escrita por: Daniel Finizola / Victor Hugo