Flor Carnívora
Não tenho mais razão de ter
Coração, amor ou mente!
Pois estão matando nosso Deus
A cada instante
Sou corpo docente
Alma frenética e inquieta
Pareço apenas um poeta.
Se a sociedade é flor carnívora
Quero ser pesticida
Pois eu vivo nela pra ser compreendido
Não pra ser fagocitado ou esquecido
Não pra ser escravo do meu próprio vício
Olhe pra você
E procure entender
O que você faz aqui
Será que já não temos mais objetivos?
Será que já não somos mais compreendidos?
Será que já não temos mais sentido?
De viver.
Flor Carnívora
Ya no tengo razón para tener
Corazón, amor o mente
Porque están matando a nuestro Dios
En cada instante
Soy cuerpo docente
Alma frenética e inquieta
Parezco solo un poeta
Si la sociedad es una flor carnívora
Quiero ser pesticida
Porque vivo en ella para ser comprendido
No para ser fagocitado o olvidado
No para ser esclavo de mi propio vicio
Mírate a ti mismo
Y trata de entender
Qué haces aquí
¿Acaso ya no tenemos más objetivos?
¿Acaso ya no somos comprendidos?
¿Acaso ya no tenemos más sentido?
De vivir.
Escrita por: Daniel Finizola