Guerra Iminente
Porque, meu amor
Há sempre uma guerra iminente
Então me dou
E me salvo desse mundo aparente
Não nasci pra ser alvo de dente
Radares, rancores são sempre
Sem sua seiva, dolor
Não durmo tranquilo e a sede
De cama, pavor
Vem fazer sua meia-parede
No meu corpo de
Bicho vivente
Porque, meu amor
Há sempre uma guerra iminente
Vem fazer sua meia-parede
No meu corpo de
Bicho vivente
Porque, meu amor
Há sempre uma guerra iminente
Guerra Inminente
Porque, mi amor
Siempre hay una guerra inminente
Así que me entrego
Y me salvo de este mundo aparente
No nací para ser blanco de dientes
Radares, rencores siempre están
Sin tu savia, dolor
No duermo tranquilo y la sed
De cama, pavor
Ven a hacer tu media pared
En mi cuerpo de
Bicho viviente
Porque, mi amor
Siempre hay una guerra inminente
Ven a hacer tu media pared
En mi cuerpo de
Bicho viviente
Porque, mi amor
Siempre hay una guerra inminente
Escrita por: João Filho / Sócrates Rocha