Pequenos Tesouros Portáteis
Como exigir
O que não posso
Oferecer
Da luz, de ti?
Da luz: Meu ser
De ti: Amor
Lençol diáfano
Sobre a cidade
O dia nasce
Como quem ri
Vai dissipando
Bairros e largos
Da escuridão
Não só da noite
E um bem-te-vi
Se corresponde
Com os seus pares
Enchendo a rua
Desse alarido
Nada mais peço
À luz, a ti
Agora grato
Por respirá-las
Por existirem
Pequeños Tesoros Portátiles
Cómo exigir
Lo que no puedo
Ofrecer
¿De la luz, de ti?
De la luz: Mi ser
De ti: Amor
Sábana diáfana
Sobre la ciudad
El día nace
Como quien ríe
Va disipando
Barrios y plazas
De la oscuridad
No solo de la noche
Y un bien-te-vi
Se corresponde
Con sus pares
Llenando la calle
De ese alboroto
Nada más pido
A la luz, a ti
Ahora agradecido
Por respirarlas
Por existir
Escrita por: João Filho / Sócrates Rocha