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Dulces Sueños

Sol de Platão

Doces Sonhos

Se veste do meu corpo
Conduz os meus sentidos
Distrai os meus pensamentos
Sobre o mundo

Mas a porta que se abre tantas vezes
Pode ser que um dia desses
Ela não queira se abrir,jamais

Dou vida aos desertos
Caminho sobre as nuvens
Desenho as entrelinhas do acaso

Mas os mares que navego
Me surpreendem
Nunca sei se a tempestade
Vai me deixar voltar,sem morrer

Eu posso até tocar o céu
Mas não vou sentir o chão
Eu posso ferver no inferno
Mas não posso me sentir sem você

Na terra eu vou a marte
Há sangue no meu vinho
E as cores do meu arco íris
Me confundem

Dulces Sueños

Se viste de mi cuerpo
Conduce mis sentidos
Distrae mis pensamientos
Sobre el mundo

Pero la puerta que se abre tantas veces
Puede ser que un día de estos
Ella no quiera abrirse, jamás

Doy vida a los desiertos
Camino sobre las nubes
Dibujo las líneas del azar

Pero los mares que navego
Me sorprenden
Nunca sé si la tormenta
Me dejará regresar, sin morir

Puedo tocar el cielo
Pero no sentiré el suelo
Puedo arder en el infierno
Pero no puedo sentirme sin ti

En la tierra voy a Marte
Hay sangre en mi vino
Y los colores de mi arcoíris
Me confunden

Escrita por: Jairo Rodrigo