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Mansão de Aristocratas

Sol Louie Almeida

Eu sou uma grande mansão de aristocratas
E você é uma tempestade de fumaça
Eu corro contra o tempo, tento escapar
Mas você não me ajuda nem um pouco
Perto de você, ruína vira graça
O seu olhar me incendeia, me embriaga
A minha alma tem quinze anos outra vez

Oh, esse sentimento
Impuro que eu tenho
Não me arrependo, mas
Será que há uma saída?

Na penumbra da noite, eu estendo minha mão
Esperando um sim em meio à escuridão
O que eu sinto por ti, espero não ser em vão
Eu me arrisco com tudo aqui
As palavras que um dia eu anseio dizer
Não serão nada fáceis de engolir pra você
Uma afeição imensa invadiu o meu ser
Isso é o que eu sinto por você

Naquele dia, sentado eu te esperava
Pensando em como eu iria te abordar
Mas como sempre você não me escutava
Você fingia não saber de nada

Ah, você me iludia
Todos os dias
Sem me dar respostas
Será que há uma saída?

Na penumbra da noite, eu estendo minha mão
Esperando um sim em meio à escuridão
O que eu sinto por ti, espero não ser em vão
Eu me arrisco com tudo aqui
As palavras que um dia eu anseio dizer
Não serão nada fáceis de engolir pra você
Uma afeição imensa invadiu o meu ser
Isso é o que eu sinto por você

Na penumbra da noite, eu estendo minha mão
Esperando um sim em meio à escuridão
O que eu sinto por ti, espero não ser em vão
Eu me arrisco com tudo aqui
As palavras que um dia eu anseio dizer
Não serão nada fáceis de engolir pra você
Uma afeição imensa invadiu o meu ser
Isso é o que eu sinto por você
Na penumbra da noite, eu estendo minha mão
Esperando um sim em meio à escuridão
O que eu sinto por ti, espero não ser em vão
Eu me arrisco com tudo aqui
As palavras que um dia eu anseio dizer
Não serão nada fáceis de engolir pra você
Uma afeição imensa invadiu o meu ser
Isso é o que eu sinto por você

Escrita por: Rafael Almeida dos Santos Silva, Sol Louie Almeida