Não É Pouca Polca Não
A força de um Estado separado
Mapeado pelas águas do ‘Correntes’
Perdendo a analogia eqüidistante
Por diplomas de uma escola militante
Não é pouca polca não
A soma do arroba no mercado
É o líquido do bruto regional
A sobra da aftosa na lixeira
É alimento da miséria pessoal
Não é pouca polca não
Político atuante do passado
Manipula ainda o voto eleitoral
Não me importa se tu faça relaxado
Eu deixo o meu voto confirmado
Não é pouca polca não
Enquanto isso aos poemas de Geraldo
Tetê trauteia ao som de passarinhos,
Alzira alumeia sua torre,
Celito com força azul.
No es poca cosa, no
La fuerza de un Estado separado
Mapeado por las aguas del 'Corrientes'
Perdiendo la analogía equidistante
Por diplomas de una escuela militante
No es poca cosa, no
La suma del arroba en el mercado
Es el líquido del bruto regional
La sobra de la aftosa en la basura
Es alimento de la miseria personal
No es poca cosa, no
Político activo del pasado
Manipula aún el voto electoral
No me importa si lo haces relajado
Yo dejo mi voto confirmado
No es poca cosa, no
Mientras tanto, en los poemas de Geraldo
Teté tararea al son de los pajaritos,
Alzira ilumina su torre,
Celito con fuerza azul.
Escrita por: Altair Dos Santos / Flávio Espíndola