Inverno
Há dias em que o ar
Me pesa ao respirar
E o vento quase me abate
Ficar estar, deixar assim
No teu olhar outro clichê
De um lugar míope a se desfocar
Alguém me ensinou o que sentir...
Outro inverno vai chegar
As mesmas contas pra pagar
E o velho tempo a nos escravizar
Teus lindos olhos vem mostrar
O estrago que é se acostumar
É a sua vez de blefar
Ninguém percebeu o que...
Até eu não saber
O que eu me tornei
Deixa eu desfazer
O céu que eu criei!
Ninguém percebeu o que...
Até eu não saber
O que eu me tornei
Deixa eu desfazer
O céu que eu criei!
Deixa eu desfazer!
Deixa eu desfazer!
Deixa eu desfazer!
Deixa eu desfazer!
Invierno
Hay días en que el aire
Me pesa al respirar
Y el viento casi me derriba
Quedarse aquí, dejar así
En tu mirada otro cliché
De un lugar miope que se desenfoca
Alguien me enseñó qué sentir...
Otro invierno llegará
Las mismas cuentas por pagar
Y el viejo tiempo esclavizándonos
Tus hermosos ojos vienen a mostrar
El daño que es acostumbrarse
Es tu turno de hacer bluff
Nadie se dio cuenta de qué...
Hasta que no supe
En qué me convertí
¡Déjame deshacer
El cielo que creé!
Nadie se dio cuenta de qué...
Hasta que no supe
En qué me convertí
¡Déjame deshacer
El cielo que creé!
¡Déjame deshacer!
¡Déjame deshacer!
¡Déjame deshacer!
¡Déjame deshacer!
Escrita por: R. Zimath