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Sueños Perdidos

Sopro Divino

Sonhos Perdidos

Há dias em que tenho a sensação
De saber tudo o que fazer
E Tu me destes o potencial

Eu não tenho o direito de encerrar
Minha vida na tristeza
O dom do meu sorriso é alimento do meu ser

Infinitas possibilidades
Timidez que esconde a verdade,
Surdo, insensível, distante de Tua voz

Sonhos perdidos no espaço que eu não te dei
Planos criados para um tempo que eu te neguei
Forças tolhidas no laço do que pensei
Nem sempre minha voz canta em Teu louvor

Há dias em que minha emoção
Se reveste do Teu poder
Não dura um segundo pra eu me entregar

Infinitas possibilidades
Eu de vez encontro a verdade
Meu futuro deposito em Tuas mãos

Sonhos perdidos no espaço que eu não te dei
Planos criados para um tempo que eu te neguei
Forças tolhidas no laço do que pensei
Nem sempre minha voz canta em Teu louvor

Aleluia (6x)

Sonhos perdidos no espaço que eu não te dei
Planos criados para um tempo que eu te neguei
Forças tolhidas no laço do que pensei
Nem sempre minha voz canta em Teu louvor

Sueños Perdidos

Hay días en los que siento
Que sé exactamente qué hacer
Y Tú me has dado el potencial

No tengo el derecho de terminar
Mi vida en la tristeza
El don de mi sonrisa es alimento para mi ser

Infinitas posibilidades
Timidez que esconde la verdad
Sordo, insensible, lejos de Tu voz

Sueños perdidos en el espacio que no te di
Planes creados para un tiempo que te negué
Fuerzas restringidas en el lazo de lo que pensé
No siempre mi voz canta en Tu alabanza

Hay días en los que mi emoción
Se reviste de Tu poder
No dura un segundo para entregarme

Infinitas posibilidades
Finalmente encuentro la verdad
Mi futuro lo deposito en Tus manos

Sueños perdidos en el espacio que no te di
Planes creados para un tiempo que te negué
Fuerzas restringidas en el lazo de lo que pensé
No siempre mi voz canta en Tu alabanza

Aleluya (6x)

Sueños perdidos en el espacio que no te di
Planes creados para un tiempo que te negué
Fuerzas restringidas en el lazo de lo que pensé
No siempre mi voz canta en Tu alabanza

Escrita por: Paulo Venceslau, Maurílio Melo