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La pelirroja

Soulstripper

A Ruiva

Ela mal acordou, nem se levantou
Já me perguntou se era amor
Calma meu bem, nem me conheceu
Um café primeiro

Ela contou que já aconteceu se arrependeu e não quer de novo
Comigo também
Calma meu bem

Sorriu pra mim...
Pediu pra ver o sol!

Como é que eu vou dizer pra uma garota tão bonita como ela
Que ainda é noite lá fora?
Como é que eu vou dizer pra uma garota com o sorriso como o dela
Que ainda é noite lá fora?

Por isso eu não disse
Por isso eu nunca digo.

Pra vida inteira é muito tempo
Faz assim...
Vamos tentar até amanhã
Depois até quarta
E deixa a vontade mostrar até quando

Não me pede pra gostar de você
Gostar tem que ser sem pedir
Mesmo que seja sem querer

Se cuida...
Ou então vem pra cá!

Como é que eu vou dizer pra uma ruiva cheia de sardinhas no rosto
Que ainda é noite lá fora?
Como é que eu vou dizer pra uma garota com o vestido assim no chão
Que eu não lembro o nome dela?

Por isso eu não disse,
Por isso eu nunca digo

La pelirroja

Apenas se despertó, ni siquiera se levantó
¿Alguna vez me preguntaste si era amor?
Tómalo con calma, cariño, ni siquiera me conocías
Un café primero

Me dijo que ya pasó. Se arrepintió y no lo quiere de nuevo
Yo también
Tómalo con calma, nena

Me sonrió
¡Me pediste ver el sol!

¿Cómo se supone que voy a decirle a una chica tan bonita como ella?
¿Que aún es de noche ahí fuera?
¿Cómo se supone que voy a decirle a una chica con una sonrisa como la suya?
¿Que aún es de noche ahí fuera?

Por eso no dije
Por eso nunca lo digo

Para toda la vida es mucho tiempo
Hazlo así
Intentémoslo hasta mañana
Entonces hasta el miércoles
Y deja que el te muestre cuánto tiempo

No me pides que me gustes
Como tiene que ser sin preguntar
Incluso si es involuntariamente

Cuídate
¡O ven aquí!

¿Cómo se supone que voy a decirle a una pelirroja llena de sardinas en su cara?
¿Que aún es de noche ahí fuera?
¿Cómo se supone que voy a decirle a una chica con un vestido así en el suelo?
¿Que no recuerdo su nombre?

Por eso no dije
Es por eso que nunca digo

Escrita por: Bruno Fontes