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Aqueronte

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Acheronte

Achaeron, o barqueiro do limbo

Cadê seu respeito? Ele morreu em um instante
Não vai competir com uma besta incessante
Bruxas ao redor, esquece o que eu disse antes
Dançam na fogueira com as chamas confortantes
Vivendo no limbo, preso e acorrentado
Com nomes estranhos, me chamam de pobre diabo
Segurando a vida pelo fio do ventre negro
Quando aparecer, apenas reze pra Deus grego

É o ponto vazio, chamado de sem retorno
Vil e diabólico, a sombra sem contorno
Lute pelo crédito e falhe inutilmente
Se curve pra mim que você ganha seu presente
Nunca me curvar pra esse tal de Deus malvado
Mate em nome dele e siga com seu legado
Já fiquei marcado, a cicatriz já está feita
Andei pelo limbo, encontrei a presa perfeita
Nono ciclo do inferno, longe do Aqueronte
Abandone a esperança e atravesse a ponte
Me encontre no fim que eu devoro a sua alma
Enterrado raso em uma cova de uma palma

Aqueronte

Aqueronte, el barquero del limbo

¿Dónde está tu respeto? Se fue en un instante
No va a competir con una bestia constante
Brujas alrededor, olvida lo que dije antes
Bailan en la hoguera con las llamas confortantes
Viviendo en el limbo, preso y encadenado
Con nombres extraños, me llaman pobre diablo
Sosteniendo la vida por el hilo del vientre negro
Cuando aparezcas, solo reza al Dios griego

Es el punto vacío, llamado sin retorno
Vil y diabólico, la sombra sin contorno
Lucha por el crédito y falla inútilmente
Póstrate ante mí que te regalo tu presente
Nunca me inclinaré ante ese Dios malvado
Mata en su nombre y sigue con tu legado
Ya estoy marcado, la cicatriz ya está hecha
Caminé por el limbo, encontré la presa perfecta
Noveno ciclo del infierno, lejos del Aqueronte
Abandona la esperanza y cruza el puente
Encuéntrame al final que devoro tu alma
Enterrado poco profundo en una tumba de una palma

Escrita por: S1, Desyed