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Cinco Santas Chagas

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Cinco Santas Chagas

BloodBoy, O Senhor da Lua de Sangue
O gosto dessa pílula pra mim ele é estranho
Apostei com a morte só pra ver o quanto eu ganho
Seis medicações, seis facas junta as seis navalhas
Levo e relevo o meu nascer que é uma falha
Revelou pra mim não posso ter conexões
Preso e estático eu não guio minhas paixões
Pego a urna em chamas, libero o fogo fátuo
Ataca primeiro mas saiba que eu contra ataco
Falo dessas rosas, mas me corto nos espinhos
Sangue de cor azul das cobras eu achei o ninho
Ligo pro CVV quero sumir dessa cidade
Pra se matar primeiro tem que matar a vaidade
Difícil se expressar quando só se sente vazio
Ando na corda bamba minha vida por um fio
Eu aprendi um vício, assim que eu lido com a vida
Preso no corredor nas portas não tem nem saída

No phonk eu não entendo a linguagem do santo
Mortalha profanada eu me visto com o manto
Isqueiro acende o caminho ilumina minha vista
Rosto atrás da máscara, não queira mas se arrisca
O quão longe eu vou? Vou até onde é necessário!
Preso nessa tortura escrita dentro do diário
Cloud, emo, hard ou rap não vai ter diferença
Meu corpo já tá morto mas minha alma tem presença
Me deixa descansar, tô me sentindo em pedaços
Mesmo indo pra longe eu ainda deixo rastros
Minha lirica sensível te causa um desconforto
Tente não se importa quando for me encontrar morto
Eu posso fazer arte com valor subjetivo
Mas só vai ter valor no dia em que eu não estiver vivo
Divagação de um suicida não se ouve a tempo
A culpa te consome e depois vira tormento

Cinco Santas Chagas

BloodBoy, El Señor de la Luna de Sangre
El sabor de esta pastilla para mí es raro
Aposté con la muerte solo para ver cuánto gano
Seis medicinas, seis cuchillos junto a seis navajas
Llevo y relevo mi nacimiento que es un error
Me reveló que no puedo tener conexiones
Preso y estático, no guío mis pasiones
Tomo la urna en llamas, libero el fuego fátuo
Ataca primero, pero sabe que yo contraataco
Hablo de estas rosas, pero me corto con los espinos
Sangre de color azul, de las serpientes encontré el nido
Llamo al CVV, quiero desaparecer de esta ciudad
Para matarte primero tienes que matar la vanidad
Difícil expresarse cuando solo sientes vacío
Camino en la cuerda floja, mi vida por un hilo
Aprendí un vicio, así es como lidio con la vida
Preso en el pasillo, en las puertas no hay salida

En el phonk no entiendo el lenguaje del santo
Mortaja profanada, me visto con el manto
Encendedor enciende el camino, ilumina mi vista
Rostro detrás de la máscara, no quieras pero arriesga
¿Hasta dónde llegaré? Iré hasta donde sea necesario!
Preso en esta tortura escrita dentro del diario
Cloud, emo, hard o rap, no habrá diferencia
Mi cuerpo ya está muerto, pero mi alma tiene presencia
Déjame descansar, me siento en pedazos
Aunque me aleje, aún dejo rastros
Mi lírica sensible te causa incomodidad
Intenta no importarte cuando me encuentres muerto
Puedo hacer arte con valor subjetivo
Pero solo tendrá valor el día en que no esté vivo
Divagación de un suicida, no se escucha a tiempo
La culpa te consume y luego se convierte en tormento

Escrita por: S1, Trulife