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Quién sabe

Stoic

Quem sabe

Quem sabe outra vez você
venha me dizer.
Que tudo não passou
de um erro seu.
Comece então a se enganar,
chore até lembrar.
Que um dia
por nada me fez sofrer.
Duas horas da manhã, não sei pra onde vou,
tenho medo de tentar de novo.
E de ver alguém chorar,
de tanto se lamentar,
por ter largado os nossos sonhos.
E você sabe que
vai ser assim, sempre igual.
Mas quando olhar pra trás,
saiba que eu sempre estarei preso à você.
Duas horas da manhã!
Não sei como tentar!
Você insiste em pensar,
que o tempo pode controlar...
E você sabe que
vai ser assim, sempre igual.
Mas quando olhar pra trás,
saiba que eu sempre estarei preso à você.

Quién sabe

Quién sabe otra vez vendrás
a decirme
que todo fue
un error tuyo.
Empieza entonces a engañarte,
llora hasta recordar
que un día
por nada me hiciste sufrir.
Dos de la mañana, no sé a dónde ir,
tengo miedo de intentarlo de nuevo.
Y de ver a alguien llorar,
de tanto lamentarse,
por haber abandonado nuestros sueños.
Y tú sabes que
será así, siempre igual.
Pero cuando mires hacia atrás,
recuerda que siempre estaré atado a ti.
Dos de la mañana!
No sé cómo intentarlo!
Insistes en pensar
que el tiempo puede controlar...
Y tú sabes que
será así, siempre igual.
Pero cuando mires hacia atrás,
recuerda que siempre estaré atado a ti.

Escrita por: M. Mota / R. Rocha