Síndrome do Pânico
As luzes da cidade
Já não me confortam mais
Ouço alguém lá fora
Talvez queira nos matar
Vejo vultos nas sombras
Monstros da minha imaginação
Peças pregadas pelo meu medo
Não confio em mais ninguém
Vou fugir daqui, sem você
Lagar tudo pra trás, mesmo sem você
As luzes da cidade
Já não me confortam mais
Ouço alguém lá fora
Talvez queira nos matar
Vejo vultos nas sombras
Monstros da minha imaginação
Peças pregadas pelo meu medo
Não confio em mais ninguém
Vou fugir daqui, sem você
Lagar tudo pra trás, mesmo sem você
Vou fugir daqui, sem você
Lagar tudo pra trás, mesmo sem você
Andar entre as pessoas
Não, eu não posso mais
Ter o gosto de viver
Já não possuo mais
Vou fugir daqui, sem você
Lagar tudo pra trás, mesmo sem você
Vou fugir daqui, sem você
Lagar tudo pra trás, mesmo sem você
Vou fugir daqui, sem você
Lagar tudo pra trás, mesmo sem você
Lalala
Síndrome de Pánico
Las luces de la ciudad
Ya no me confortan más
Escucho a alguien afuera
Quizás quiera matarnos
Veo sombras en la oscuridad
Monstruos de mi imaginación
Piezas clavadas por mi miedo
No confío en nadie más
Voy a escapar de aquí, sin ti
Dejarlo todo atrás, aunque no estés
Las luces de la ciudad
Ya no me confortan más
Escucho a alguien afuera
Quizás quiera matarnos
Veo sombras en la oscuridad
Monstruos de mi imaginación
Piezas clavadas por mi miedo
No confío en nadie más
Voy a escapar de aquí, sin ti
Dejarlo todo atrás, aunque no estés
Voy a escapar de aquí, sin ti
Dejarlo todo atrás, aunque no estés
Caminar entre la gente
No, ya no puedo más
Tener el gusto de vivir
Ya no lo tengo más
Voy a escapar de aquí, sin ti
Dejarlo todo atrás, aunque no estés
Voy a escapar de aquí, sin ti
Dejarlo todo atrás, aunque no estés
Voy a escapar de aquí, sin ti
Dejarlo todo atrás, aunque no estés
Lalala
Escrita por: Fabrício Dibrito