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8700 Horas Sin Verte

Suzamar

8700 Horas Sem Te Ver

Já está fazendo
Trezentos e sessenta e cinco dias
Que estou vivendo sem ter alegria
Um ano de tristeza e solidão

O tempo vai passando
E a saudade aumentando a cada dia
Sem você a minha vida é tão vazia
Este amor está virando obsessão

Quando a noite chega
Eu saio e encho a cara de cerveja
E amanheço debruçada sobre a mesa
E assim eu vou tentando sobreviver

Falo pra todo o mundo de você
E a deriva sufocado com esta dor
Desesperada choro muito
Por amor

Deixo recado no seu telefone
Disfarço a voz, invento outro nome
Meu bem eu não consigo te esquecer
São trezentos e sessenta e cinco dias
Sofrendo sem a sua companhia
Meu Deus eu nem sei mais o que fazer

Eu não entendo esta demora
Oito mil
Setecentas e sessenta horas
Morrendo de vontade de te ver

Quando a noite chega
Eu saio e encho a cara de cerveja
E amanheço debruçada sobre a mesa
E assim eu vou tentando sobreviver

Falo pra todo o mundo de você
E a deriva sufocado com esta dor
Desesperada choro muito
Por amor

Deixo recado no seu telefone
Disfarço a voz, invento outro nome
Meu bem eu não consigo te esquecer
São trezentos e sessenta e cinco dias
Sofrendo sem a sua companhia
Meu Deus eu nem sei mais o que fazer

Eu não entendo esta demora
Oito mil
Setecentas e sessenta horas
Morrendo de vontade de te ver
Morrendo de vontade de te ver

8700 Horas Sin Verte

Ya han pasado
Trescientos sesenta y cinco días
Viviendo sin alegría
Un año de tristeza y soledad

El tiempo sigue pasando
Y la añoranza crece cada día
Sin ti, mi vida es tan vacía
Este amor se está convirtiendo en obsesión

Cuando llega la noche
Salgo y me emborracho con cerveza
Y amanezco apoyada en la mesa
Y así intento sobrevivir

Le cuento a todo el mundo sobre ti
Y me ahogo sofocada por este dolor
Desesperada lloro mucho
Por amor

Dejo mensajes en tu teléfono
Disfrazo mi voz, invento otro nombre
Mi amor, no puedo olvidarte
Son trescientos sesenta y cinco días
Sufriendo sin tu compañía
Dios mío, ya no sé qué hacer

No entiendo esta demora
Ocho mil
Setecientas sesenta horas
Muriendo por verte

Cuando llega la noche
Salgo y me emborracho con cerveza
Y amanezco apoyada en la mesa
Y así intento sobrevivir

Le cuento a todo el mundo sobre ti
Y me ahogo sofocada por este dolor
Desesperada lloro mucho
Por amor

Dejo mensajes en tu teléfono
Disfrazo mi voz, invento otro nombre
Mi amor, no puedo olvidarte
Son trescientos sesenta y cinco días
Sufriendo sin tu compañía
Dios mío, ya no sé qué hacer

No entiendo esta demora
Ocho mil
Setecientas sesenta horas
Muriendo por verte
Muriendo por verte

Escrita por: Ilço Theodoro / João Miranda