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Libertad

Taiguara Bruno

Liberté

Moça, a liberdade na verdade é aquela parte que você não viu
Da filosofia descabida, proibida, pervertida que diz quando dizer não

Moça, não alimente aquele monstro horroroso quem lhe destruiu
A esperança de quem sabe sonhar é ser livre para dizer não

Seja mais que isso que eu vou lhe mostrar o que eu não sou
O pai, a mão, o sangue, o filho, eu sou, eu não sou, eu sou

Moça, a curiosidade matou o rato, matou o gato e descobriu a luz
O fim do túnel sempre ao anoitecer se confunde com a escuridão

Moça, a felicidade na verdade é aquela parte que você não viu
Da poesia metafísica, da epistemologia do saber e dizer não

Seja mais que isso que eu vou lhe mostrar o que eu não sou
O pé, o pão, a carne, o vinho, eu sou, eu não sou, eu sou

Ah
Eu não sou
Ah
Eu sou

Libertad

Chica, la libertad en realidad es esa parte que no viste
De la filosofía descabellada, prohibida, pervertida que dice cuando decir no

Chica, no alimentes a ese monstruo horroroso que te destruyó
La esperanza de quien sabe soñar es ser libre para decir no

Sé más que eso que te mostraré lo que no soy
El padre, la mano, la sangre, el hijo, soy, no soy, soy

Chica, la curiosidad mató al ratón, mató al gato y descubrió la luz
El final del túnel siempre al anochecer se confunde con la oscuridad

Chica, la felicidad en realidad es esa parte que no viste
De la poesía metafísica, de la epistemología del saber y decir no

Sé más que eso que te mostraré lo que no soy
El pie, el pan, la carne, el vino, soy, no soy, soy

Ah
No soy
Ah
Soy

Escrita por: Taiguara Bruno