395px

Actualmente

Taiguara

Hoje

Hoje
Trago em meu corpo as marcas do meu tempo
Meu desespero, a vida num momento
A fossa, a fome, a flor, o fim do mundo

Hoje
Trago no olhar imagens distorcidas
Cores, viagens, mãos desconhecidas
Trazem a Lua, a rua às minhas mãos

Mas hoje
As minhas mãos enfraquecidas e vazias
Procuram nuas pelas luas, pelas ruas
Na solidão das noites frias por você

Hoje
Homens sem medo aportam no futuro
Eu tenho medo acordo e te procuro
Meu quarto escuro é inerte como a morte

Hoje
Homens de aço esperam da ciência
Eu desespero e abraço a tua ausência
Que é o que me resta, vivo em minha sorte

Ah, sorte
Eu não queria a juventude assim perdida
Eu não queria andar morrendo pela vida
Eu não queria amar assim
Como eu te amei

Ah, sorte
Eu não queria a juventude assim perdida
Eu não queria andar morrendo pela vida
Eu não queria amar assim
Como eu te amei

Actualmente

Hoy
Llevo en mi cuerpo las marcas de mi tiempo
Mi desesperación, la vida en un momento
El pozo, el hambre, la flor, el fin del mundo

Hoy
Tengo imágenes distorsionadas en mis ojos
Colores, viajes, manos desconocidas
Traen la Luna, la calle a mis manos

Pero hoy
Mis manos están débiles y vacías
Buscan desnudos por las lunas, por las calles
En la soledad de las noches frías para ti

Hoy
Los hombres valientes traen el futuro
Tengo miedo, me despierto y te busco
Mi cuarto oscuro está inerte como la muerte

Hoy
Los hombres de acero esperan la ciencia
Me desespero y abrazo tu ausencia
Eso es lo que me queda, vivo de mi suerte

Oh, suerte
No quería que mi juventud se perdiera así
No quería andar muriendo de por vida
Yo no quería amar así
Como te amé

Oh, suerte
No quería que mi juventud se perdiera así
No quería andar muriendo de por vida
Yo no quería amar así
Como te amé

Escrita por: Taiguara