Baby, Que Tal?
Baby, que tal você me atender?
Não sei mais o que eu devo fazer
Pra você notar
Que eu quero tentar
Não quero ter que esperar
O tempo passar
E a gente só lembrar
Do que nunca fez
Tantos planos, onde estamos?
Noites em claro, a gente no quarto
Ou dentro do carro, tudo embaçado
Como foi que eu te deixei partir?
Só quero saber se você ainda pensa em mim
Eu não quero mais tentar fugir
De tudo aquilo que ficou guardado em mim
E camuflar tá sendo tão ruim
Eu não quero mais tentar fugir
De tudo aquilo que ficou guardado em mim
E camuflar tá sendo tão ruim
Me diz que não se importa
Não me quer de volta
Não abre a porta mais
Duvido que cê deu as costas
E nem olhou pra trás
Suas coisas ainda tão aqui
O que cê pensa antes de dormir?
Diz pra mim
É sério que esse é o nosso fim?
Eu não quero mais tentar fugir
De tudo aquilo que ficou guardando em mim
E camuflar tá sendo tão ruim
Eu não quero mais tentar fugir
De tudo aquilo que ficou guardando em mim
E camuflar tá sendo tão ruim
Baby, ¿Qué tal?
Baby, ¿cómo estás? ¿Puedes contestarme?
Ya no sé qué más debo hacer
Para que te des cuenta
Que quiero intentarlo
No quiero tener que esperar
El tiempo pasa
Y solo recordamos
Lo que nunca hicimos
¿Dónde estamos con tantos planes?
Noches en vela, nosotros en la habitación
O dentro del auto, todo borroso
¿Cómo te dejé ir?
Solo quiero saber si aún piensas en mí
No quiero seguir intentando escapar
De todo lo que quedó guardado en mí
Y disimular está siendo tan difícil
No quiero seguir intentando escapar
De todo lo que quedó guardado en mí
Y disimular está siendo tan difícil
Dime que no te importa
Que no me quieres de vuelta
Que no abras la puerta más
Dudo que hayas dado la espalda
Y no hayas mirado atrás
Tus cosas todavía están aquí
¿En qué piensas antes de dormir?
Dime
¿Es en serio que este es nuestro fin?
No quiero seguir intentando escapar
De todo lo que quedó guardado en mí
Y disimular está siendo tan difícil
No quiero seguir intentando escapar
De todo lo que quedó guardado en mí
Y disimular está siendo tan difícil
Escrita por: Tainá Seabra