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A medias tintas

Talles e Henrique

Meio Termo

Vida
Teu cheiro ainda tá na minha camisa
Toda vez que cê vai, uma parte fica
Só pra me assombrar
Que por mais que eu queira, você não é minha ainda
Se eu der bobeira
O que não falta é marmanjo na fila

Torcendo pra gente não vingar
Mas é a mema coisa do lado de cá
Se não levar a gente a sério, alguém vai levar
Decide logo, porque água morna serve nem pra chá
Se cê não quiser nada sério, eu espero
Que não se arrependa de me devolver pra rua

Não tem meio-termo, eu não sou bagunça
Ou ama pra porra ou porra nenhuma
Se não quer nada sério, eu espero
Que não se arrependa de me devolver pra rua
Não tem meio-termo, eu não sou bagunça
Ou ama pra porra ou porra nenhuma

A medias tintas

Vida
Tu olor todavía está en mi camisa
Cada vez que te vas, algo queda
Solo para atormentarme
Por más que quiera, aún no eres mía
Si me descuido
No faltan tipos en la fila

Esperando que no funcione entre nosotros
Pero es lo mismo del otro lado
Si no nos tomas en serio, alguien lo hará
Decide pronto, porque el agua tibia no sirve ni para el té
Si no quieres nada serio, espero
Que no te arrepientas de devolverme a la calle

No hay término medio, no soy un desastre
O amas de verdad o no amas nada
Si no quieres nada serio, espero
Que no te arrepientas de devolverme a la calle
No hay término medio, no soy un desastre
O amas de verdad o no amas nada

Escrita por: Bia Frazzo / Daniel Candido de Morais / William Daniel de Brito / Kleber dos Santos Batista (Klebin) / Matheus Damasceno dos Santos