Chão e Contramão
Nem todo dia é são
Nem todo chão é contramão ou pedra pra voar
Dois homens a falar
Dois anjos a profetizar o preço do jantar
Uh! Eu passo devagar na sua estrada
Não aprendeu a amar o devaneio madrugada
Olha, a ácida cidade sob o céu
Olha, infinito dentro de um papel
Não quero mais pensar
Nem falar e disparar rancor, sem nunca te escutar
Quem joga pedra não vê
Quem joga pedra não quer se ver
Olha, ácida cidade sob o céu
Olha, infinito dentro de um papel
Quem joga pedra não vê
Quem joga pedra não quer se ver
Quem joga pedra não vê
Quem joga pedra não quer se ver
Entre el suelo y la contramano
No todos los días son sanos
No todo el suelo es contramano o piedra para volar
Dos hombres hablando
Dos ángeles profetizando el precio de la cena
¡Uh! Paso lentamente por tu camino
No aprendió a amar la ensoñación de madrugada
Mira, la ácida ciudad bajo el cielo
Mira, el infinito dentro de un papel
No quiero seguir pensando
Ni hablar y disparar rencor, sin nunca escucharte
Quien arroja piedras no ve
Quien arroja piedras no quiere verse
Mira, ácida ciudad bajo el cielo
Mira, el infinito dentro de un papel
Quien arroja piedras no ve
Quien arroja piedras no quiere verse
Quien arroja piedras no ve
Quien arroja piedras no quiere verse