Oh! Mamãezinha
Oh! mamãezinha sempre vejo a sua imagem
Aceite mais esta canção que cantarei em sua homenagem
Eu me vejo neste mundo tão sozinho
Sinto a tristeza tomar conta do meu peito
Por companheiro eu só tenho um retratinho
Que sempre está na cabeceira do meu leito
Com um soluço embargado na garganta
Sinto uma lágrima rolar dos olhos meus
Este retrato que eu adoro é de uma santa
É minha mãe que foi morar junto com Deus
E no delírio me parece que escuto
Uma voz reclamar dentro de mim
É o lamento do meu coração de luto
Que suspira por me ver sofrendo assim
Eu sinto tanto sua falta mamãezinha
Tenho razão de lamentar a minha sorte
Porque a alegria e a riqueza que eu tinha
Foi destruída pela ingrata e fria morte
Igual a mãe que chorando perde um filho
Sinto no peito o coração todo em pedaços
Meus olhos tristes de chorar perderam o brilho
Como as estrelas que se apagam no espaço
Oh! mamãezinha meu viver não tem mais calma
Esta saudade pouco a pouco me devora
O meu consolo é rezar pra sua alma
E abraçar o retratinho da senhora
¡Oh! Mamá querida
¡Oh! mamá querida siempre veo tu imagen
Acepta esta canción que cantaré en tu honor
Me veo en este mundo tan solo
Siento la tristeza invadir mi pecho
Como compañero solo tengo una foto
Que siempre está en la cabecera de mi cama
Con un sollozo atrapado en la garganta
Siento una lágrima caer de mis ojos
Esta foto que adoro es de una santa
Es mi madre que se fue a vivir con Dios
Y en el delirio me parece escuchar
Una voz que reclama dentro de mí
Es el lamento de mi corazón afligido
Que suspira al verme sufrir así
Echo tanto de menos, mamá querida
Tengo motivos para lamentar mi suerte
Porque la alegría y la riqueza que tenía
Fueron destruidas por la ingrata y fría muerte
Como una madre que llorando pierde a un hijo
Siento en el pecho el corazón hecho pedazos
Mis ojos tristes de llorar perdieron el brillo
Como las estrellas que se apagan en el espacio
¡Oh! mamá querida, mi vida ya no tiene calma
Esta añoranza poco a poco me consume
Mi consuelo es rezar por tu alma
Y abrazar la foto de la señora
Escrita por: Benedito Seviero, Luiz de Castro