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O Clone - Alma

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O Clone - Alma

Alma,
deixa eu ver sua alma
A epiderme da alma,
superfície.

Alma,
deixa eu tocar sua alma
Com a superfície da palma,da minha mão,
superfície

Easy,
fique bem easy, fique sem nem razão
Da superfície
livre
Fique sim, livre
Fique bem com razão ou não, aterrise

Alma,
isso do medo se acalma
Isso de sede se aplaca
Todo pesar
não existe
Alma,
como um reflexo na água
Sobre a última camada
Que fica na superfície,
crise
Já acabou, livre
Já passou, o meu temor do seu medo
Sem motivo, riso...de manhã, riso de neném
A água já molhou a superfície

Alma,
daqui do lado de fora
Nenhuma forma de trauma
sobrevive

Abra a sua válvula agora
A sua cápsula alma
Flutua na
superfície lisa, que me alisa, seu suor
O sal que sai do sol, da superfície
Simples, devagar, simples,
bem de leve a alma ja pousou, na superfície

O Clone - Alma

Alma,
deja ver tu alma
La epidermis del alma,
superficie.

Alma,
deja tocar tu alma
Con la superficie de la palma, de mi mano,
superficie

Tranquilo,
quédate bien tranquilo, sin razón alguna
De la superficie
libre
Quédate sí, libre
Quédate bien con razón o no, aterriza

Alma,
eso del miedo se calma
Eso de la sed se sacia
Todo pesar
no existe
Alma,
como un reflejo en el agua
Sobre la última capa
Que queda en la superficie,
crisis
Ya terminó, libre
Ya pasó, mi temor a tu miedo
Sin motivo, risa... por la mañana, risa de bebé
El agua ya mojó la superficie

Alma,
desde afuera
Ninguna forma de trauma
sobrevive

Abre tu válvula ahora
Tu cápsula alma
Flota en la
superficie lisa, que me acaricia, tu sudor
La sal que sale del sol, de la superficie
Sencillo, despacio, sencillo,
con suavidad el alma ya se posó, en la superficie

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