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El regreso del Seresteiro

Teodoro e Sampaio

A Volta do Seresteiro

Companheirada eu aqui estou de novo
Foi a saudade que me obrigou voltar
Quem foi criado pelos braços deste povo
Em outros cantos nunca pode acostumar
Vocês bem sabem a razão que eu fui embora
E até jurei de nunca mais voltar aqui
Pois a mulher que eu mais amei com outro mora
Só Deus quem sabe quanta dor eu já senti.

Porém agora junto com meus velhos amigos
Só ei de amar esta lua cor de prata
Esta viola que sempre sofreu comigo
Me acompanha nesta nova serenata
Revendo ao alto a linda luz da lua cheia
Ouvindo a voz dos meus velhos companheiros
Ao som dolente desta viola que ponteia
Eu canto as mágoas desse pobre seresteiro.

Hoje em meu peito tem profunda cicatriz
O meu destino é amar quem não me quer
Eu sei que ela com outro vive feliz
Eu não consigo gostar de outra mulher
E quando eu passo no lugar que ela morava
Eu não suporto nem olhar mais na janela
Relembro as tardes que ela sempre me esperava
E as horas alegres que passei...ao lado dela.

El regreso del Seresteiro

Compañero estoy aquí otra vez
Fue el anhelo lo que me hizo volver
Que fue levantado por los brazos de este pueblo
En otras esquinas nunca se puede acostumbrar a
Sabes la razón por la que me fui
Y hasta juré que nunca volvería aquí de nuevo
Por la mujer que más amaba con otras vidas
Dios sabe cuánto dolor he sentido

Pero ahora junto con mis viejos amigos
Sólo amaré esta luna plateada
Esta viola que siempre ha sufrido conmigo
Únete a mí en esta nueva serenata
Revisando la hermosa luz de la luna llena
Escuchar la voz de mis viejos compañeros
Al desgarrador sonido de esta viola puente
Yo canto las penas de esa pobre sirena

Hoy en mi pecho tiene una cicatriz profunda
Mi destino es amar a los que no me quieren
Sé que vive felizmente con otro
No me gusta otra mujer
Y cuando paso por el lugar donde vivía
Ya no soporto mirar por la ventana
Recuerdo las tardes que siempre me esperaba
Y las horas felices que pasé... junto a ella

Escrita por: Benedito Seviero / Zalo