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Sin oro, sin plata

Teresa Cristina e Grupo Semente

Nem Ouro, Nem Prata

Eu vi chover, eu vi relampejar
Mas mesmo assim o céu estava azul
Samborê, pemba, folha de Jurema
Oxóssi reina de norte a sul
Sou brasileira, faceira, mestiça mulata
Não tem ouro, nem prata
O samba que sangra do meu coração
Tua menina de cor
Pedaço de bom carinho
Entrei no teu passo
Malandra não sou
Como a tal Conceição
Chega de tanto exaltar essa tal de saudade
Meu caboclo moreno, mulato, amuleto do nosso Brasil
Olha, meu preto bonito
Te quero, prometo
Te gosto pra sempre
Do samba-canção ao primeiro apito
Do ano três mil

Sin oro, sin plata

Lo vi llover, lo vi parpadear
Pero aún así el cielo era azul
Samboré, Pemba, hoja de Jurema
Oxossi reina de norte a sur
Soy brasileño, faceira, mulata mulata
No hay oro, ni plata
La samba que sangra de mi corazón
Tu chica de color
Pedazo de buen afecto
Me metí en tu paso
No soy travieso
Como esa Conceição
No más exaltar este anhelo
Mi caboclo marrón, mulato, amuleto de nuestro Brasil
Mira, mi hermosa negra
Te quiero, te lo prometo
Me gustas para siempre
Del boxeador al primer silbato
Desde el año tres mil

Escrita por: José Jorge / Ruy Maurity