Minhas Madrugadas
Vou pelas minhas madrugadas a cantar
Esquecer o que passou
Trago a face marcada
Cada ruga no meu rosto
Simboliza um desgosto
Quero encontrar em vão o que perdi
Só resta saudade
Não tenho paz
E a mocidade
Que não volta mais
Quantos lábios beijei
Quantas mãos afaguei
Só restou saudade no meu coração
Hoje fitando o espelho
Eu vi meus olhos vermelhos
Compreendi que a vida
Que eu vivi foi ilusão
Mis madrugadas
Voy por mis madrugadas cantando
Olvidando lo que pasó
Llevo la cara marcada
Cada arruga en mi rostro
Simboliza una tristeza
Quiero encontrar en vano lo que perdí
Solo queda la nostalgia
No tengo paz
Y la juventud
Que no vuelve más
Cuántos labios besé
Cuántas manos acaricié
Solo quedó la nostalgia en mi corazón
Hoy mirando el espejo
Vi mis ojos rojos
Comprendí que la vida
Que viví fue una ilusión
Escrita por: Paulinho da Viola