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Sophia

Terra de Gigantes

Sophia

O mundo anda tão estranho
Agora entendo os livros de astronomia
Ao ver teu corpo frágil junto ao chão

Suas agulhas heroínas
No teu destino uma ferida

Crescendo e crescendo sem parar
Você correndo para qualquer lugar
Mas quem se importa?
Hoje em dia, quem é que vai chorar?

Os teus gritos pelo mundo
A hipocrisia da nação
As perguntas sem respostas
Agora faz sucesso
O que chamam de progresso

Foi se entregando a solidão
Se atirou num poço de imaginação
Horas criando devaneios
Horas e horas de submissão
Não adianta tentar entender
As estrelas ou o céu

O mundo anda tão estranho
Agora entendo os livros de astronomia
Ao ver teu corpo frágil junto ao chão

Suas agulhas heroínas
No teu destino uma ferida
Ooh, ooh, ooh, ooh

O mundo anda tão estranho

Sophia

El mundo está tan extraño
Ahora entiendo los libros de astronomía
Al ver tu cuerpo frágil junto al suelo

Tus agujas heroínas
En tu destino una herida

Creciendo y creciendo sin parar
Corriendo hacia cualquier lugar
Pero a quién le importa?
Hoy en día, ¿quién va a llorar?

Tus gritos por el mundo
La hipocresía de la nación
Las preguntas sin respuestas
Ahora son populares
Lo que llaman progreso

Se entregó a la soledad
Se lanzó a un pozo de imaginación
Horas creando fantasías
Horas y horas de sumisión
No sirve intentar entender
Las estrellas o el cielo

El mundo está tan extraño
Ahora entiendo los libros de astronomía
Al ver tu cuerpo frágil junto al suelo

Tus agujas heroínas
En tu destino una herida
Ooh, ooh, ooh, ooh

El mundo está tan extraño

Escrita por: Élvio Donagema / Rafael Ribeiro / Ronaldo Ribeiro