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May

Thalma de Freitas

Maio

Nem importa o que venho a crer meu desejo já não tem
substância que se preze pra ser satisfeito a valer

Mês de maio comemora-se mais um ano cresci
Agradeço as memórias tantas
De presente, aprendi

Aprendi a confiar no poder da prática
Boa fé no que me faz ser capaz
Sei que é tudo da lei

Mentalismos correspondem-se
Pólos vibram ao se chocar
ritmados pelo gênero, são compelidos a causar

Aprendi a confirmar o poder na prática,
Boa fé que me faz ser capaz
Sei que é tudo da lei

Nem importa, já não quero crer, meu desejo já não tem
substância que se preze pra ser satisfeito a valer

May

No importa lo que venga a creer, mi deseo ya no tiene
sustancia que valga la pena para ser satisfecho de verdad

Mes de mayo, se celebra un año más en el que crecí
Agradezco tantos recuerdos
Como regalo, aprendí

Aprendí a confiar en el poder de la práctica
Buena fe en lo que me hace capaz
Sé que todo es ley

Mentalismos se corresponden
Polos vibran al chocar
Ritmos por género, son compelidos a causar

Aprendí a confirmar el poder en la práctica
Buena fe que me hace capaz
Sé que todo es ley

No importa, ya no quiero creer, mi deseo ya no tiene
sustancia que valga la pena para ser satisfecho de verdad

Escrita por: John Finbury / Thalma de Freitas