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Atmósfera

Thanya Canela

Atmosfera

O quarto bagunçado
O caos do nosso lado
Você

Meus olhos refletidos
No vidro quebrado
Pra ver

Lá fora um resto de dia cinza
Cheiro de chuva e neblina
E esse espaço de quinas geladas me queima e me gruda em você

Acorrentada em teus olhos
Mãos atadas
Não vê

Que eu me desfaço
Onde eu me acho
Me encontrando em você

Nem sei se é noite ou dia
Me perco nessa calmaria
Intensa de não saber mais
Se amanhã teremos tempo e seremos capaz
De transformar o caos no universo que a gente quer mais

Eu te dei as chaves com o meu olhar
Entre sem bater na minha atmosfera
Nossas cores vivas que vão desaguar
Da pele que toca e atravessa

Fica, não desista
Crie o nosso tempo e vamos deslizar
Siga minha sina
Vivo aqui e agora que o depois não é meu

Vivo aqui e agora que o depois não é meu

Acorrentada em teus olhos
Mãos atadas
Não vê

Que eu me desfaço
Onde eu me acho
Me encontrando em você

Nem sei se é noite ou dia
Me perco nessa calmaria
Intensa de não saber mais
Se amanhã teremos tempo e seremos capaz
De transformar o caos no universo que a gente quer mais

Eu te dei as chaves com o meu olhar
Entre sem bater na minha atmosfera
Nossas cores vivas que vão desaguar
Da pele que toca e atravessa

Fica, não desista
Crie o nosso tempo e vamos deslizar
Siga minha sina
Vivo aqui e agora que o depois não é meu

Vivo aqui e agora que o depois não é meu
Vivo aqui e agora que o depois não é meu
Vivo aqui e agora que o depois não é meu

Atmósfera

El cuarto desordenado
El caos de nuestro lado
Tú

Mis ojos reflejados
En el vidrio roto
Para ver

Afuera un resto de día gris
Olor a lluvia y neblina
Y este espacio de esquinas frías me quema y me pega a ti

Encadenada en tus ojos
Manos atadas
No ves

Que me deshago
Donde me encuentro
Encontrándome en ti

Ni sé si es noche o día
Me pierdo en esta calma
Intensa de no saber más
Si mañana tendremos tiempo y seremos capaces
De transformar el caos en el universo que más queremos

Te di las llaves con mi mirada
Entra sin tocar mi atmósfera
Nuestros colores vivos que van a desembocar
De la piel que toca y atraviesa

Quédate, no te rindas
Crea nuestro tiempo y vamos a deslizar
Sigue mi destino
Vivo aquí y ahora que el después no es mío

Vivo aquí y ahora que el después no es mío

Encadenada en tus ojos
Manos atadas
No ves

Que me deshago
Donde me encuentro
Encontrándome en ti

Ni sé si es noche o día
Me pierdo en esta calma
Intensa de no saber más
Si mañana tendremos tiempo y seremos capaces
De transformar el caos en el universo que más queremos

Te di las llaves con mi mirada
Entra sin tocar mi atmósfera
Nuestros colores vivos que van a desembocar
De la piel que toca y atraviesa

Quédate, no te rindas
Crea nuestro tiempo y vamos a deslizar
Sigue mi destino
Vivo aquí y ahora que el después no es mío

Vivo aquí y ahora que el después no es mío
Vivo aquí y ahora que el después no es mío
Vivo aquí y ahora que el después no es mío

Escrita por: Thanya Canela