Essa noite é densa, pra matar é propensa, beber e rasgar
Estes sacos de sangue nunca vão aprender a nos adorar
Mas ao amanhecer acabou-se a alegria de viver
Na noite de hoje a Lua hei de resplandecer
Beba, rasgue e beba o veneno da alma
Beba, rasgue e beba na escuridão que acalma
Beba, rasgue e beba o veneno da alma
Beba, rasgue e beba na escuridão que acalma
Num castelo antigo, ele se escondeu
Entre poeira e velas, o passado reviveu
Com um manto escuro, ele se envolveu
Seu amor por ela nunca esmaeceu
Beba, rasgue e beba o veneno da alma
Beba, rasgue e beba na escuridão que acalma
Beba, rasgue e beba o veneno da alma
Beba, rasgue e beba na escuridão que acalma
Beba, rasgue e beba o veneno da alma
Beba, rasgue e beba na escuridão que acalma
Beba, rasgue e beba o veneno da alma
Beba, rasgue e beba na escuridão que acalma
Escrita por: Ronaldo de Oliveira Costa Santiago, Lucas Caetano P. Silva