Cemitério
Vou acordar
Tomar café
Me preparar
Pra ir pro meu cemitério
Não vou chorar
Nem reclamar
Sempre fui eu
Um bobo de acreditar
Que era real
Que era real
Que era real
Que era
Vou acordar
Tomar café
Me preparar
Pra ir pro meu cemitério
Não vou chorar
Nem reclamar
Sempre fui eu
Um bobo de acreditar
Que era real / se minha inocência não fosse um casulo tão
Que era real / confortável, talvez houvesse outra opção
Que era real / por mais que torça o corpo
Que era real / eu vou jogar seu jogo
Por minha mão no fogo
E me queimar de novo
Não vou chorar, nem reclamar
(Se minha inocência não fosse um casulo tão)
Sempre fui eu (confortável, talvez houvesse outra opção)
Um bobo de acreditar (por mais que torça o corpo)
Que era real (eu vou jogar seu jogo)
Por minha mão no fogo
E me queimar de novo
Cementerio
Voy a despertar
Tomar café
Prepararme
Para ir a mi cementerio
No voy a llorar
Ni a quejarme
Siempre fui yo
Un tonto por creer
Que era real
Que era real
Que era real
Que era
Voy a despertar
Tomar café
Prepararme
Para ir a mi cementerio
No voy a llorar
Ni a quejarme
Siempre fui yo
Un tonto por creer
Que era real / si mi inocencia no fuera un capullo tan
Que era real / cómodo, tal vez habría otra opción
Que era real / por más que retuerza el cuerpo
Que era real / voy a jugar tu juego
Poner mi mano en el fuego
Y quemarme de nuevo
No voy a llorar, ni a quejarme
(Si mi inocencia no fuera un capullo tan)
Siempre fui yo (cómodo, tal vez habría otra opción)
Un tonto por creer (por más que retuerza el cuerpo)
Que era real (voy a jugar tu juego)
Poner mi mano en el fuego
Y quemarme de nuevo
Escrita por: Gabriel Akamarim