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No sé

Thiago Burbela

Não sei

Por que as palavras me olham sempre...
...se não há o que dizer?
Por que as palavras mostram sempre?
Eu continuo sem saber...

E esse amor que foge sempre
É um amor que não cresceu
Esse amor que nasce e mente...
Nunca aconteceu!

O mundo nunca foi feito de cristal
Quem sabe a sorte numa noite musical
Estranhos fatos se dissolvem sem querer
Eu fico sem ganhar..., e fico sem perder...

São os momentos que me fazem assim
Pequenas doses de preocupações...
Somente histórias que chegam ao fim


Por que você me olha sempre?
Se eu não sei o que fazer
Você me vê e de repente
Espera eu dizer...

Mas na verdade, se me entende
Eu prefiro a solidão
Minha fraqueza em sua lente
E eu me torno uma paixão...

No sé

Por qué las palabras siempre me miran...
...si no hay nada que decir?
Por qué las palabras siempre muestran?
Sigo sin saber...

Y este amor que siempre se escapa
Es un amor que no creció
Este amor que nace y miente...
¡Nunca sucedió!

El mundo nunca fue hecho de cristal
Quién sabe la suerte en una noche musical
Extraños hechos se disuelven sin querer
Me quedo sin ganar..., y me quedo sin perder...

Son los momentos que me hacen así
Pequeñas dosis de preocupaciones...
Solo historias que llegan a su fin

Por qué siempre me miras?
Si no sé qué hacer
Me ves y de repente
Esperas que diga...

Pero en realidad, si me entiendes
Prefiero la soledad
Mi debilidad en tu lente
Y me convierto en una pasión...

Escrita por: Thiago Burbela