395px

Al Suelo

Thiago Gois

Ao Chão

Quero de volta tudo o que sonhei, a minha vida, meus ideais.
Tudo o que corri atrás, o que um dia deixei de ser, meu modo de pensar sobre as coisas.

Não sinto hoje o que antes era
Novo pra mim...
Novo pra mim, yeah!

Sei! Não sinto falta, pois me acomodei.
Os incentivos as ambições, projetos do que viria a ser,
Hoje não valem mais, o quanto valiam antes,
Como uma porcelana, se foram ao chão.

Não sinto hoje o que antes era novo pra mim,
Luto pra tentar ter o pensamento que um dia acreditei.

Sei! Não sinto falta, pois me acostumei,
Com a derrota, a solidão, os sonhos que eu viria ter.
Hoje não valem mais, o quanto valiam antes,
Como uma porcelana, se foram ao chão.

Sei! Não sinto falta, pois me acomodei.
Os incentivos as ambições, projetos do que viria a ser,
Hoje não valem mais, o quanto valiam antes,
Como uma porcelana, se foram ao chão.
Se foram ao chão...
Ao chão...
Como uma porcelana, se foram ao chão...
Ao chão.

Al Suelo

Quiero recuperar todo lo que soñé, mi vida, mis ideales.
Todo lo que perseguí, lo que un día dejé de ser, mi forma de pensar sobre las cosas.

Hoy no siento lo que solía ser
Nuevo para mí...
Nuevo para mí, sí.

¡Sé! No extraño, porque me acomodé.
Los estímulos, las ambiciones, los proyectos de lo que llegaría a ser,
Hoy ya no valen tanto como antes,
Como una porcelana, se fueron al suelo.

Hoy no siento lo que solía ser nuevo para mí,
Lucho por intentar tener el pensamiento en el que una vez creí.

¡Sé! No extraño, porque me acostumbré,
A la derrota, la soledad, los sueños que tendría.
Hoy ya no valen tanto como antes,
Como una porcelana, se fueron al suelo.

¡Sé! No extraño, porque me acomodé.
Los estímulos, las ambiciones, los proyectos de lo que llegaría a ser,
Hoy ya no valen tanto como antes,
Como una porcelana, se fueron al suelo.
Se fueron al suelo...
Al suelo...
Como una porcelana, se fueron al suelo...
Al suelo.

Escrita por: Thiago Gois