Destino
Quando distraidamente
Viu-se frente a frente
Viu-se frente a frente com o presente
Olhou nos olhos do passado
E o futuro agarrou-se ao seu destino
Que tocando suavemente
Seus ombros te trouxe até mim
Vagamos por tantos mares
Em continentes e extremos
Não nos sabendo existir
Navegando pelo mesmo céu
E cantando as mesmas estrelas
Te sonhei meu menestrel
Tua alma, ah tua alma, já morava há muito em mim
Me fiz poesia à você poeta
Que eternamente habita em mim
Destino
Cuando distraídamente
Se encontró cara a cara
Se encontró cara a cara con el presente
Miró en los ojos del pasado
Y el futuro se aferró a su destino
Que tocando suavemente
Tus hombros te trajo hacia mí
Vagamos por tantos mares
En continentes y extremos
Sin saber que existíamos
Navegando por el mismo cielo
Y cantando las mismas estrellas
Te soñé mi trovador
Tu alma, ah tu alma, ya habitaba en mí desde hace mucho
Me convertí en poesía para ti, poeta
Que eternamente reside en mí
Escrita por: Thiago Juraski, Silvana Cordeiro de Mello