Não Vai Ter Censura
Ouviram do Ipiranga às margens plácidas
Este é o cântico dos deploráveis socialistas
Que dominam o Brasil com terrível fervor
A plebe, da qual todos nós fazemos parte
Fez o governo ouvir
Não vai ter censura!
Precisamos agir, diz John Lennon, apontando para nossas bases capitalistas
Certamente que sim, dizem homens de fraque
E gravata se esgoelando com o vislumbre da guerra
Marchamos pela selva e atacamos essa base pelos lados
Continua John, apontando insistentemente para a localização da nossa base
Não vai ter censura!
Não vai ter censura!
Não vai ter censura!
Digo que é uma bobagem a censura
Pessoas sofreram nas mãos dela
Esses porcos comunistas estragam a nossa vida
No Habrá Censura
Escucharon del Ipiranga a las márgenes plácidas
Este es el canto de los deplorables socialistas
Que dominan Brasil con terrible fervor
La plebe, de la cual todos somos parte
Hizo que el gobierno escuchara
¡No habrá censura!
Necesitamos actuar, dice John Lennon, señalando nuestras bases capitalistas
Ciertamente que sí, dicen hombres de corbata
Y se desgarran la garganta con el vislumbre de la guerra
Marchamos por la selva y atacamos esa base por los flancos
Continúa John, señalando insistentemente la ubicación de nuestra base
¡No habrá censura!
¡No habrá censura!
¡No habrá censura!
Digo que es una tontería la censura
Las personas sufrieron a manos de ella
Esos cerdos comunistas arruinan nuestra vida
Escrita por: Thiago Lopes