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Morada

Thiago Sillva

Morada

Oi, tudo bem?
Quero conversar contigo.
Não vou custar.
Escute o que vou dizer.
Eu não quero mais
Sofrer igual a ontem
Nem ficar escravo de um sentimento.

Quando te vi, senti algo diferente em mim.
Meu coração gritou
Que o amor chegou, enfim
Vivia um breu breu
Em meus relacionamentos,
Agora sou noites de sol que me aclara.

Você florou o meu jardim destruído.
Fez renascer, clareou
Caminhos já esquecidos.

Sabe, meu bem, isso é o amor.
Tenho certeza de que sente esse ardor.
Quando o amor decide morar
Em dois corações nem a morte vai separar.

Você faz chover no meu sertão,
Faz germinar semente estéril no chão.
Se me excedi, peço perdão;
Se fantasiei sobre nós dois, fale então.

Morada

Hola, ¿cómo estás?
Quiero hablar contigo.
No me demoraré.
Escucha lo que tengo que decir.
Ya no quiero
Sufrir como ayer
Ni ser esclavo de un sentimiento.

Cuando te vi, sentí algo diferente en mí.
Mi corazón gritó
Que el amor finalmente llegó.
Solía vivir en la oscuridad
En mis relaciones,
Ahora soy noches de sol que me iluminan.

Tú floreciste mi jardín destruido.
Hiciste renacer, iluminaste
Caminos ya olvidados.

Sabes, cariño, esto es amor.
Estoy seguro de que sientes esta pasión.
Cuando el amor decide habitar
En dos corazones, ni la muerte los separará.

Haces llover en mi desierto,
Haces germinar semillas estériles en el suelo.
Si me excedí, pido perdón;
Si fantaseé sobre nosotros dos, entonces háblame.

Escrita por: Thiago Sillva