Plenos Riscos
Deixe arder entre os dedos as chamas do templo
Acredite não é ameaça é o medo que agora se afasta
Pois há rimas que a vida traz
E não acalmam sua respiração
E as fugas só reservam desertos
Perdidas pegadas maltratadas no chão
Não há batalhas nos campos em vão,
Mas causas sem sentido
Quando não me permito viver
Em vão...
Se não vivo de certezas
Nas verdades plenos riscos
A negação vira remédio
Só por isso insisto
Não há batalhas nos campos em vão,
Mas causas sem sentido
Quando não me permito viver
Em vão...
Não há batalhas nos campos em vão,
Mas causas sem sentido
Quando não me permito viver
Em vão...
Entre los Acantilados
Deja arder entre los dedos las llamas del templo
Créeme, no es una amenaza, es el miedo que ahora se aleja
Porque hay rimas que la vida trae
Y no calman tu respiración
Y las huidas solo reservan desiertos
Huellas perdidas maltratadas en el suelo
No hay batallas en vano en los campos,
Pero causas sin sentido
Cuando no me permito vivir
En vano...
Si no vivo de certezas
En las verdades plenos riesgos
La negación se convierte en remedio
Por eso insisto
No hay batallas en vano en los campos,
Pero causas sin sentido
Cuando no me permito vivir
En vano...
No hay batallas en vano en los campos,
Pero causas sin sentido
Cuando no me permito vivir
En vano...
Escrita por: Elizeu Fontenele / Thiago Paz / Victor Araujo