Brasílha-me
Brasilha-me cala
me dá de presente
veracidade doente
quadrilha-me
o pó elítico
a pó alicia
estado crítico
mormalícia replayboy
queimando índio
sua lei dói
sem subsídio.
Brasílha-me
Brasílha-me calla
me regala
veracidad enferma
me enreda
el polvo elitista
el polvo alucina
estado crítico
anormalidad playboy
quemando indígenas
su ley duele
sin subsidio.
Escrita por: Marcelo Buril / Tiago Gasta